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23 de fevereiro de 2010

Obesidade

Você já deve ter ouvido falar nesta doença que acomete uma grande porcentagem da população. A obesidade é não são somente quilinhos extras que incomodam na hora de vestir a calça jeans favorita e sim uma doença séria associada a problemas de saúde.

 

O excesso de peso durante a infância e adolescência é prenúncio de excesso de peso na fase adulta. Segundo um recente de estudo nos EUA publicado na Revista Pediatrics, com cem adolescentes e crianças, mais de 50% apresentava sobrepeso e obesidade antes dos dois anos de idade, mais de 90% apresentavam sinais de obesidade antes dos cinco anos e cerca de 25% acima do peso com apenas cinco meses de idade.

 

 

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Essas estatísticas alarmantes, que ocorrem em todo o mundo, são devido principalmente a dietas inadequadas, introdução de alimentos a bebês com açúcar e gorduras, além da falta de exercícios desde a infância. Fatores determinantes como hereditariedade e sedentarismo ajudam também no aumento deste grave índice.

 

Além dos problemas estéticos, a obesidade acarreta inúmeros prejuízos ao organismo como: depressão; problemas de coração (infarto, AVC, derrame); problemas respiratórios (apnéia do sono e cansaço); problemas nas articulações (artrite e artrose); problemas no sistema digestivo (refluxo, cálculos biliares, gordura no fígado, tumores de intestino e fígado) e problemas no sistema reprodutivo (infertilidade, distúrbios na menstruação, impotência sexual, câncer de útero e próstata).

 

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA) o controle da obesidade pode reduzir em 19% o câncer no Brasil.

 

SAIBA COMO CALCULAR SEU IMC (ÍNDICE DE MASSA CORPORAL):

IMC= Peso(kg)/Altura2(m2)

 

IMC= Kg/m2

 

GRAU DE RISCO

 

TIPO DE OBESIDADE

18 à 24,9

PESO SAUDÁVEL

AUSENTE

25 à 29,9

MODERADO

SOBREPESO

30 à 34,9

ALTO

OBESIDADE GRAU I

35 à 39,9

MUITO ALTO

OBESIDADE GRAU II

Acima de 40

EXTREMO

OBESIDADE GRAU III

 

Seguem algumas dicas para controle e prevenção do excesso de peso:

 

- Procurar um nutricionista para cálculo de dietas individuais e reeducação alimentar;

- Não tomar remédios e/ou suplementos por conta própria. Sempre procurar um médico;

- Fazer exames de rotina periodicamente;

- Evitar comer doces, frituras, refrigerantes e bebidas alcoólicas em excesso;

- Não fazer dietas restritas como cortar carboidratos por conta própria. Procurar um profissional de nutrição para acompanhamento.

 

A prática de exercício físico além de auxiliar no controle do apetite, melhora a sensação de bem-estar e auto-estima, auxilia no controle do apetite e melhora o perfil das gorduras no organismo.

 

Previna-se e leve uma vida saudável!

 

Postado por: Isabella Carneiro

Nutricionista da Rede Hortifruti



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